Empresa criou um infográfico ensinando passo a passo o sistema
Reprodução
O Google
decidiu responder às dúvidas de quem sempre imaginou como funciona seu
sistema de buscas. A empresa colocou no ar um infográfico que explica
passo a passo o funcionamento da ferramenta.
O infográfico,
desenvolvido em HTML5, detalha o processo desde o momento em que o
usuário digita algum termo no campo de buscas, até a página de
resultados.
Primeiro, o Google
detalha o sistema de rastreamento e indexação das 30 trilhões de
páginas da internet, que é realizado por meio dos links nas páginas e
organizam o conteúdo em um índice, que, segundo eles, já tem mais de 100
milhões de gigabytes.
Em seguida, entram em jogo os algoritmos
para identificar o que o usuário procura com sua busca. Entram em ação
os corretores ortográficos, por exemplo, e outros recursos do buscador
da empresa. Após identificar o conteúdo, procura-se no banco de dados as
informações relacionadas.
O buscador então identifica e ranqueia
os sites de acordo com os critérios como qualidade de página, 'frescor'
do conteúdo, se a página é compatível com o SafeSearch, tradução e a
busca universal, em todos os serviços do Google.
Por fim, a
empresa afirma que luta diariamente contra o spam em seus resultados
para evitar que páginas irrelevantes surja durante uma pesquisa.
Mexicano Carlos Slim é dono de grandes conglomerados de telefonia e outros ramos. Conheça seu perfil
Reprodução
Qual nome vem à sua cabeça quando você
pensa no "homem mais rico do mundo"? Se você ainda lembra de Bill Gates,
você está alguns anos atrasado. O nome da vez é o mexicano Carlos Slim,
listado pelo quarto ano consecutivo o maior bilionário do planeta.
Aos 73 anos, o empresário, que se formou em engenharia civil, se vê com um patrimônio estimado de US$ 73 bilhões, segundo ranking da Forbes. Em relação à lista do ano passado, Slim viu sua conta bancária engordar em cerca de US$ 4 bilhões.
Você
sabe o que isso significa? Ganhar US$ 4 bilhões em um ano representa
acumular US$ 126 por segundo. Carlos Slim ganha em dois minutos de vida
mais do que muitos mexicanos faturam em um ano. Estima-se que o PIB per
capita do México gire em torno de US$ 10 mil anuais, enquanto o
empresário acumula US$ 15 mil em dois minutos.
A telefonia tem
sido a "galinha dos ovos de ouros" de Slim. Ele é dono da América Móvil,
empresa de telecomunicações que tem seus braços espalhados por toda a
América Latina, incluindo o Brasil. A Claro é a ramificação da empresa aqui no país.
Esta,
no entanto, não é a única fonte de renda do bilionário mexicano. Carlos
Slim também é dono do Grupo Carso, que possui centenas de ramificações.
Originalmente, possuía até mesmo um ramo de telefonia, que passou a ser
independente em 1996, até ser comprado pela América Móvil em 2010.
O
nome do Grupo Carso vem da junção do nome de Carlos Slim com sua
esposa, já falecida, Soumaya. Entre seus ramos está a indústria, por
meio do Grupo Condumex, que produz material para a indústria de
construção, energia, automotriz e telecomunicações.
Além disso,
também faz parte do conglomerado o Grupo Sanborns, que comanda uma rede
de serviços e comércio na América Latina, incluindo restaurantes, lojas,
farmácias e lojas de departamento.
Por fim, Carlos Slim também
tem seus dedos no esporte. O grupo Carso é dono de dois times mexicanos
de futebol: o Club León e o Estudiantes Tecos. O conglomerado ainda é
co-proprietário do Pachuca, também do México, e é acionista majoritário
do Oviedo, time da terceira divisão espanhola, que foi salvo da extinção
com o investimento da empresa.
Não é incomum, no entanto, ver o
nome de Carlos Slim envolvido com especulações na Fórmula 1. Ele
supostamente já teve o interesse na compra da escuderia Honda, em 2008,
mas a negociação não saiu do território especulatório.
Conheça as principais universidades internacionais que
oferecem graduações na área e entenda como funcionam os processos de
admissão
Ericsson.com
A revista britânica Times Higher Education
publicou o ranking das universidades com as melhores reputações do
mundo. As cinco faculdades soberanas possuem cursos de tecnologia
apontados como os mais promissores.
A lista, que teve participação de 16,6 mil acadêmicos em 144 países,
traz três universidades norte-americanas e duas britânicas. Confira
abaixo as vencedores, saiba quais são os cursos tecnológicos que elas
oferecem e como funcionam os processos de admissão.
1º lugar: Harvard
Localizada em Cambridge, nos Estados Unidos, a Harvard é conhecida
mundialmente por ensinar personalidades como Mark Zuckerberg. A
instituição possui 20 mil alunos e sua reputação nas pesquisas
acadêmicas bate os 100 pontos.
Dentro do departamento de engenharia existem cursos como computação
aplicada e ciência da computação. A universidade oferece cerca de 3,5
mil cursos em 40 áreas e possui um excelente sistema de bibliotecas, com
mais de 17 milhões de livros.
Para entrar na universidade não é preciso se submeter a um vestibular. O
comitê de admissão da instituição analisa as notas obtidas pelos alunos
durante o ensino médio, o nível de envolvimento com a comunidade local,
atividades extracurriculares e experiência de trabalho.
Um representante do escritório de admissões da Harvard costuma visitar
cidades brasileiras para dar detalhes sobre o processo seletivo e bolsas
oferecidas pela universidade. Há diversas etapas que incluem
entrevistas e proficiência de inglês que, aliás, precisa ser comprovada
pelo exame TOEFL (Test of English as a Foreign Language).
Saiba mais aqui.
2º lugar: MIT
O MIT é constantemente mencionado na mídia como pólo de estudos e
pesquisas ligadas à tecnologia. A universidade localizada em Cambridge,
nos Estados Unidos, tem reputação de ensino de 83,3 pontos, e já
produziu mais de 70 Prêmios Nobel.
Bel Pesce, a menina do vale, foi uma das brasileiras que conseguiu uma
vaga no instituto e voltou ao Brasil com uma carreira invejável (veja
entrevista com ela aqui).
O processo de admissão avalia desempenho no ensino médio, habilidades
acadêmicas e comunicação. O MIT busca pessoas com verdadeiro compromisso
com a sociedade e que possuam interesse em diversos temas, como artes,
músicas e esportes. Liderança, iniciativa e determinação também são
importantes. O aluno interessado deve ter seu nível de inglês mensurado
pelo TOEFL.
Para se inscrever na universidade, clique aqui.
3º lugar: Cambridge
A universidade britânica localizada na cidade de mesmo nome possui
reputação geral de 81,3 pontos. Atualmente existem 1,2 mil estudantes
internacionais na instituição, oriundos de 120 países diferentes, o que
corresponde a 10% do número total de universitários. Cambridge possui
cursos de tecnologia dentro do departamento de Ciência da Computação
& Tecnologia.
Para ser admitido, o interessado deve realizar uma prova com três ou
quatro matérias. Além de avaliar a nota, a universidade avalia também
sua capacidade de discussão sobre os temas.
Os estudantes estrangeiros precisam realizar pelo menos uma das provas
de proficiência em inglês: o IELTS (International English Language
Testing System) com nota acima de 7,5 ou o Cambridge Certificate of
Proficiency com a nota mínima B. A universidade ainda exige carta de
recomendação, avaliação do histórico escolar e entrevistas com os
candidatos.
Clique aqui para saber mais.
4º lugar: Oxford
Esta outra universidade britânica coleciona nota de ensino de 75,8
pontos e possui atualmente 12 mil alunos nas instalações em Oxford,
Reino Unido. A instituição é a mais antiga universidade de língua
inglesa do mundo. Na área de tecnologia, Oxford oferece cursos de
Ciência da Computação, Base de Dados, Linguagem Computacional e outros.
Por meio de um formulário online você realiza a inscrição para estudos
de graduação e pós-graduação. É necessário, no entanto, apresentar
documentos para avaliação acadêmica, como histórico escolar e atividades
extracurriculares. A faculdade também exige testes de proficiência em inglês reconhecidos pela universidade, como IELTS ou TOEFL.
A universidade possui um dos maiores índices de universitários internacionais do mundo: 14% de seus estudantes não são ingleses.
Saiba mais sobre o processo de admissão aqui.
5º lugar: Berkeley
Na Califórnia, Estados Unidos, está localizada a quinta principal
universidade do mundo, com 36 mil alunos e reputação acadêmica de 75,1
pontos. A instituição espalha-se por uma área de 499 hectares com três
bibliotecas centrais, oito museus, um jardim botânico, além de
restaurantes e lojas.
Para ser considerado um candidato apto para admissão, o estudante
internacional deve apresentar certificado de conclusão da escola
secundária e realizar dois anos do programa A-Level com, no mínimo, três
exames acadêmicos, diploma do programa IB ou outro currículo acadêmico
semelhante.
A proficiência em inglês comprovada por exames TOEFL ou IELTS também é
necessária, assim como o visto de estudante norte-americano.
Tire suas dúvidas aqui. Para conhecer os cursos de tecnologia da USP, a universidade brasileira melhor colocada em nível mundial, clique aqui.
The Next Web listou os locais que se destacam na maior cidade da América Latina
The Next Web
"São Paulo pode não ser a cidade mais bonita do mundo..." É assim que Anna Heim, escrevendo ao The Next Web,
começa seu texto para falar sobre quão interessantes são alguns
escritórios de empresas que tratam de tecnologia por ali. A introdução é
autoexplicativa, pois a capital paulista não é conhecida por ser
vistosa, mas por ser vibrante - neste sentido, quem trabalha num mercado
vanguardista como o de tech sabe que precisa de mentes frescas,
cativadas; e nada melhor do que um ambiente estimulante para que isso
seja realidade.
Anna reuniu nove exemplos de companhias que
pensaram nisso, com destaque à explicação de Pompeo Scola,
vice-presidente de desenvolvimento organizacional do Buscapé, sobre por
que é importante prover um bom local de trabalho: muitos funcionários
optam por chegar cedo e sair tarde, só para não ter o desprazer de
enfrentar o trânsito.
Não se trata de um ranking, mas a primeira
citada é a Airbnb, cujo escritório, localizado na Avenida Brigadeiro
Faria Lima, possui ambiente acolhedor, com vista para a cidade e uma
mesa gigante de ping-pong conquistada em uma competição global que
envolveu todas as outras sedes da companhia.
Mesa de pingue-pongue é destaque da Airbnb
Depois
vem o Buscapé, cujo principal prédio está entre os arranha-céus da
Avenida Paulista, do qual ocupa quatro andares num total de 1 mil metros
quadrados. O mobiliário da empresa é modular, podendo ser modificado
para pequenas reuniões, e tudo parece uma grande colméia, o que facilita
a proximidade das equipes. Há vários espaços com cafés e uma área de
massagem, além de jogos eletrônicos e tradicionais (como, também,
ping-pong).
Outra a aparecer foi a Flag, holding que controla a
agência digital CUBOCC e a aceleradora interna S_Kull. A peculiaridade
aqui é que todas as entidades ocupam o mesmo espaço, que, ressalta Anna,
"ficou conhecido por sua excentricidade". A sala de reunião, por
exemplo, também é uma galeria, e foi dada bastante atenção ao design de
interiores, a ponto de o mobiliário conter verdadeiras peças de arte.
Como
não poderia faltar, o Google foi listado, apesar de seus novos
escritórios, também na Faria Lima, terem sido inaugurados há pouco
tempo. O Google entrou por um motivo simples: a companhia trouxe ao Brasil o padrão empregado no mundo todo, com restaurantes, salas de relaxamento, jogos etc.
Com escritórios 'malucos' no mundo todo, Google Brasil não é diferente
A
seguir o TNW fala da Predicta, empresa de inteligência de web que opera
há meis de dez anos e, em 2012, se juntou ao Grupo RBS por meio da
holding e.bricks Digital. São dois andares de um prédio na Vila Olímpia,
bairro que já abriga outras empresas de tecnologia. Cada um dos 150
funcionários está livre para personalizar sua mesa, sob pretexto de que
eles precisam se sentir em casa. Há uma "sala de descompressão", onde é
possível relaxar com videogames, lanches, frutas e bebidas - tudo de
graça. Além disso, a empresa tem sua própria biblioteca.
Seguindo
exemplo de Google e Buscapé, a Kekanto decidiu espalhar redes de
descanso pelo ambiente de trabalho - pode-se realmente trabalhar
deitado. Grafites de artistas convidados decoram os muros do quintal da
empresa, onde os funcionários costumam jogar tênis ou ensaiam com suas
bandas de rock.
A empresa seguinte é velha conhecida do The Next
Web, por ter abrigado a primeira edição do TNW Brazil Startup Awards, no
ano passado. Localizada no Brooklin, a Plug N' Work aluga estações de
trabalho e suítes privativas a empreendedores e startups por pagamentos
diários ou mensais. Os locatários se beneficiam do ambiente em si e da
oportunidade de poder compartilhar experiências com os outros
locatários.
Kekanto conta com espaço de recreação com videogames
Outra
que já fora olhada pelo site é a Pto de Contato, listada em 2011 entre
as donas dos melhores espaços de trabalho da América Latina. São
escritórios em estilo galpão, com espaço amplo que conta com várias
salas de reunião e um terraço externo para troca de ideias.
Por
último aparece a Startup Mansion, uma casa que atualmente abriga nove
empresas, que compartilham uma área na Faria Lima com mesa de ping-pong,
sacos de feijão e um grafite sobre o Super Mario - "uma combinação
interessante", destaca Anna Heim.
Quase 70% dos ataques a sites da segurança chineses teriam origem norte-americana
As acusações de ciberguerra entre China e EUA se intensificam. Desta vez, quem alega estar sendo atacada é a potência asiática.
Dois dos maiores sites da defesa militar chinesa foram alvo de aproximadamente 144 mil ataques mensais no último ano. Segundo o Ministro da Defesa do país, cerca de 69,2% das agressões vieram dos EUA.
"Os sites do Ministério da Defesa e da Força Militar Chinesa sofreram sérios problemas de ataques desde que eles se estabeleceram, mas, as agressões cresceram regularmente nos últimos anos", disse Gen Yansheng, porta-voz do ministério, à Reuters.
Geng ainda comentou os planos dos norte-americanos de intensificar a ciberguerra, mas lembrou que eles não conseguiram cooperação internacional contra hackers.
O outro lado
Ao mesmo tempo que ameaçam, os EUA também alegam que sofrem ataques chineses.
A Mandiant, empresa norte-americana de segurança digital, identificou a Unidade 61398 do Exército da Libertação do Povo, sediada em Xangai, como principal fonte dos ataques hackers aos EUA.
O Departamento de Energia norte-americano e jornais como o The Wall Street Journal e New York Times também chegaram a sofrer com hackers supostamente chineses.
Testamos o iPhone 5, Galaxy S3, Lumia 920, LG Optimus HD, Motorola Razr HD e o Xperia S. Confira o vencedor!
Antes de mais nada, é preciso que se diga. Caso você
escolha qualquer um desses aparelhos, tenha certeza: você não vai se
arrepender. Temos aqui alguns dos melhores exemplos do que a mais alta
tecnologia pode fazer em termos de smartphones. Então, pode ficar
tranquilo, qualquer que seja sua escolha entre eles, você vai ficar
satisfeito. Claro: cada um tem pontos fortes e fracos, mas as diferenças
são pequenas, e muitas vezes a escolha entre um ou outro vai ter mais a
ver com preferências pessoais do que com critérios técnicos. Então,
vamos aos testes. Vamos começar pelo que primeiro chama a atenção em
qualquer aparelho...
Telas
Quando o negócio é tecnologia de telas, aqui a há para
todos os gostos. iPhone 5, Lumia 920, LG Optimus e Xperia S optam pela
tecnologia LCD. A única diferença aqui é que o Xperia S é o único que
não usa a tecnologia IPS, que confere um desempenho superior aos LCD. O
Galaxy S3 e o Motorola se mantêm fiéis à tecnologia Super Amoled. Na
prática, e nos nossos testes, isso significou o seguinte: o S3 e o
Motorola chamam a atenção pelo contraste. Os tons de preto na tela são
profundos e, consequentemente, as outras cores são super vibrantes. São
imagens de encher os olhos. Mas, o Super Amoled tem a tendência de
“esverdear” ligeiramente as imagens. Nesse sentido, os aparelhos que
optaram pelo IPS LCD levaram a melhor. Apesar do contraste não ser tão
alto, as cores pareceram mais naturais e mais precisas. Aqui, quem saiu
na frente foi o iPhone 5, com a reprodução mais natural de cores entre
todos. Mas, vale uma ressalva em favor do Nokia. A tela do aparelho foi a
que melhor se adaptou às variações de luz, oferecendo boa visibilidade,
mesmo em ambientes super iluminados, com luz do sol, por exemplo. Além
disso, o Nokia é o único que permite regular a sensibilidade do toque na
tela. Ou seja, dá para usar o aparelho até usando luvas. Se algum
aparelho ficou um pouco atrás aqui foi o Xperia. O LCD da Sony foi quem
apresentou o desempenho mais fraco em relação a cores e contraste.
Design
Se tem um item em que gosto pessoal é o que importa é
esse. Por isso, não estabelecemos notas para o design. Nos limitamos a
analisar os fatos, digamos, objetivos ligados a ele, como tamanho de
tela e peso do aparelho.
Se tamanho for documento, Galaxy S3 sai na frente, sem
dúvida. Sua incrível tela de 4.8 polegadas é a maior de todas. Ele é
seguido de perto pelo LG, Motorola e Nokia, que oferecem telas de 4.7
polegadas. Logo depois vem o Xperia S, com 4.3 polegadas e por último o
iPhone 5, com suas 4 polegadas. Então se tela grande é seu negócio, o S3
é sua escolha.
É claro que tela maior significa também mais peso.
Porém, aqui, novamente, o S3 se dá bem. Apesar do tamanho, o aparelho é
super leve, com apenas 133 gramas.O mesmo peso do LG Optimus. Na balança, a disputa
ficou assim: o mais leve é o iPhone, com 112 gramas. Em seguida, vêm o
S3 e o Optimus da LG, com 133 gramas. Um pouco mais pesado, o Xperia S
aparece em seguida, com 144 gramas, seguido de perto pelo Motorola Razr
HD, com 146 gramas. Quem chama a atenção pelo peso é o Nokia. Nada menos
que 185 gramas. Acredite, esse é realmente um celular de peso. Você
nunca vai esquecer que ele está no seu bolso. Se celular leve é sua
escolha, o iPhone 5 fica no topo, com o Nokia chegando por último.
Ainda no quesito design, há grandes diferenças nos
materiais usados. E, aqui, tudo muda de figura. O Galaxy, o Optimus da
LG e o Xperia S da Sony são constantemente criticado por seu corpo
plástico. De fato, os outros concorrentes apostam em materiais, digamos,
mais nobres. Mas, o plástico usado no Galaxy, no Optimus e no Xperia
não decepciona no toque. Ao contrário, os aparelhos são confortáveis no
segurar e não transmitem a sensação de acabamento inferior, como alguns
podem supor. Isso é verdade especialmente para o Xperia S, que traz um
acabamento plástico fosco. Feita a ressalva, é importante notar que os
outros aparelhos investiram, sim, em materiais mais nobres no
acabamento. O Nokia, por exemplo, traz o corpo em policarbonato, um
material super resistente e agradável ao toque. O Motorola seduz com seu
acabamento em Kevlar – uma fibra sintética super resistente, que não
sofre com riscos e com que oferece um toque super confortável. Sedução
também é a palavra para o iPhone 5, com sua combinação de alumínio e
vidro. Mas, apesar da beleza, o alumínio do iPhone tem um calcanhar de
aquiles: se você não tomar cuidado, ele se risca facilmente.
Câmeras
Quesito mais que disputado! A boa notícia é que todos
os aparelhos oferecem resultados ótimos na hora de tirar fotos ou gravar
vídeos.
No papel, o Xperia S é quem primeiro chama a atenção.
Sua câmera traseira oferece nada menos que 12 megapixels. Mas... nos
nossos testes, isso não significou o melhor desempenho. Aliás, para
sermos sinceros, ficamos meio desapontados com o resultado dessa câmera:
esperávamos mais dos 12 megapixels. Notamos deficiência especialmente
em ambientes com menos luz... Aqui, quem se deu bem foi a Nokia. Sua
câmera traseira traz 8.7 megapixels, completados pelo sistema Pure View.
Para quem não conhece, o Pure View é um sistema de renderização de
imagens criado pela Nokia que tenta – e consegue – dar mais qualidade às
fotos. Mas, apesar da ligeira vantagem da Nokia, o Galaxy S3 e o iPhone
5 não ficaram muito longe. Na verdade, a vantagem da Nokia ficou mais evidente
apenas em ambientes com menos luz. Nos ambientes com luz natural, por
exemplo, o S3 foi quem se saiu melhor. Na fotos tiradas em close, o
iPhone 5 foi o campeão. Quem ficou por último no quesito fotos foi a
Motorola. E já está virando tradição. A Motorola parece não se entender
com as câmeras de seus smartphones ultimamente... No quesito foto, a
ponta fica com a Nokia, seguida de perto pela Samsung e pela Apple.
Mas, as câmeras servem também para captar vídeos, é
claro. Nesse modo de captura houve empate técnico entre praticamente
todos os modelos. Todos eles captam imagens em Full HD com a câmera
traseira e imagens em 720p com a câmera dianteira.
Esses são aparelhos que fazem de tudo, mas você também
pode querer usá-los para fazer e receber ligações... nessa hora, a
qualidade do áudio faz diferença.
Vamos começar pelo topo. A melhor experiência de áudio
veio do iPhone. Graças a um terceiro microfone que se dedica
exclusivamente a cancelar os ruídos, você pode fazer suas ligações mesmo
em ambientes barulhentos que do outro lado, a pessoa vai entender bem
e, muitas vezes não vai nem notar os ruídos externos. Os outros
aparelhos também trazem recursos de cancelamento de ruídos, mas nenhum
tão eficiente quanto o Apple. Quem se deu mal nesse quesito foi o LG. A
qualidade do áudio da ligação foi a mais fraca. Com sons hora abafados,
hora estridentes. Motorola, Samsung, Sony e Nokia todos performaram bem
nesse quesito.
Processador e memória
Esse quesito é para quem adora os detalhes técnicos.
Mas, é preciso que se diga, aqui, nem sempre o que está no papel
significa o que você tem como experiência de uso. S3 e Optimus são os
únicos quad-core desse teste. No caso do S3, isso significou estar,
quase sempre na primeira posição em termos de performance. Mas... o
desempenho é resultado da integração entre processador, memória, chip
gráfico e sistema operacional. E aí as coisas se complicam. O iPhone 5
usa o processador A6, desenhado pela própria Apple, que se integra ao
iOS 6, sistema operacional da maçã. O resultado é que o iPhone 5 foi o
aparelho que mais rapidamente navegou pela internet. A velocidade do
browser foi quase 20% superior ao do S3, que ficou em segundo lugar. O
mesmo vale para a reprodução de vídeos e renderização de gráficos
complexos. A unidade gráfica do iPhone 5 superou todos os concorrentes e
sobrou na disputa. Resultado: o Galaxy S3 tem o processador mais rápido
entre os testados, mas no desempenho do dia-a-dia, a plataforma da Apple acaba por superar a Samsung na navegação de internet e nos recursos gráficos.
No quesito armazenamento, várias diferenças. Nokia e
Sony oferecem 32 giga de memória interna. E só. Apple oferece os já
tradicionais 16, 32 ou 64 giga. Aí vem a turma que aceita cartões de
memória. Quem chama a atenção é o S3 que oferece os mesmos 16, 32 e 64
giga da Apple e ainda a possibilidade de usar cartões de memória de até
64 giga. Ou seja, dá para chegar até a 128 giga de memória com o S3.
Haja espaço! LG e Motorola oferecem esquemas parecidos. Ambos deixam 12
giga de memória interna e podem receber cartões com até 32 giga. Ou
seja, com esses dois você chega a no máximo 44 giga.
Bateria
Nós aqui do Olhar Digital temos uma clara preferência
quando o assunto é bateria: gostamos das removíveis. Nesse nosso teste,
apenas dois têm bateria removível: LG e Samsung. E o S3 foi quem
apresentou a maior duração de bateria quando o assunto é falar ao
telefone. No nosso teste, a bateria da Samsung durou aproximadamente dez
horas. Mas, quando o assunto mudou para navegar pela internet, a
situação mudou de figura. Aí, quem se deu melhor foi o iPhone. Navegando
pela Web, o telefone da Apple ficou de pé quase 10 horas. Na hora de
assistir vídeos, nova vitória da maçã com quase nove horas de exibição
de vídeos em HD de forma ininterrupta. Nesse quesito, quem performou
muito bem também foi a Nokia, com a bateria durando quase nove horas
para navegação de internet e também para víeos em HD.
Sistema operacional
Aqui, outra batalha. Cada um dos 3 sistemas
operacionais tem pontos fortes e fracos. E seria preciso um Laboratório
Digital inteiro só dedicado a eles para explorar as diferenças. Fazendo
um resumo, dá para dizer que todos eles são sistemas estáveis, rápidos e
super eficientes, com interfaces capazes de agradar a todos. O iOS e o
Android levam vantagem sobre o Windows 8 no quesito quantidade de
aplicativos. Como são mais antigos, suas lojas de aplicativos são muito
maiores. Mas, já há milhares de aplicativos também para o Windows Phone.
No quesito segurança, o iOS é de longe o vencedor. Até hoje quase não
se sabe de vírus capazes de infectar iPhones. O mesmo não se pode dizer
do Android. Até por ser uma plataforma aberta, o sistema do Google já é
vítima de vários malwares. O Windows Phone ainda não entrou na mira dos
bandidos virtuais apenas porque sua participação de mercado é pequena. Ou seja, pode ser apenas questão de tempo. A Apple
quebrou a cara com seu sistema de mapas, mas, felizmente para os
usuários, o Google Maps já está mais uma vez disponível para os iPhones.
O Windows Phone traz a vantagem da plena integração com o pacote Office
da Microsoft – o que pode ser importante, especialmente no uso
corporativo. O Android é de longe o mais versátil e mais aberto, e acaba
se beneficiando de novidades do Google antes dos outros. É o caso, por
exemplo, do navegador GPS, que continua melhor no Android que no iOS.
Preço
Hora dolorosa essa. Não tem aparelho barato nessa
seleção. Em nossos levantamentos durante o mês de fevereiro de 2013,
encontramos os seguintes preços:
Samsung Galaxy S3: por volta de 1.700 reais.
LG Optimus HD: por volta de 1.300 reais.
Motorola Razr HD: por volta de 1.600 reais.
Nokia Lumia 920: 2 mil reais
Sony Xperia S: por volta de 1.100 reais
E, finalmente, o iPhone 5, que tem uma situação
curiosa. Todos os preços anteriores são para aparelhos desbloqueados,
comprados sem planos de operadoras. Por enquanto, no Brasil, você só
consegue comprar o iPhone 5 por meio de uma operadora, com um plano
atrelado. Nesse caso, encontramos o aparelho nas principais operadoras
por volta de 1.700 reais.
Conclusão
A escolha do Olhar Digital como melhor smartphone vai
para.... iPhone 5 e Samsung Galaxy S3! Sim, tivemos um empate nesse
Laboratório Digital. Não pela equivalência técnica, mesmo porque ambos
são bem diferentes. Mas sim pelo chamado “gosto do freguês”. Se você
quer um smartphone compacto, fino, leve, elegante, com ótima duração de
bateria para navegar na internet e acessar aplicativos, com alta
velocidade de processamento e que tenha uma vasta gama de aplicativos
disponíveis, além do sistema operacional mais seguro, então o aparelho
ideal é o iPhone 5. Agora, se você quer uma tela maior, com boa duração
de bateria para conversação, com câmera fotográfica com regulagem de
filtros, um excelente processador, não se incomoda com o acabamento em
plástico, e quer uma maior capacidade de armazenamento, podendo chegar a
incríveis 128 giga, além de um sistema operacional mais flexível,
então, o Galaxy S3 foi feito para você. Depois desse Laboratório, dá
para entender porque Apple e Samsung brigam pela liderança mundial do
segmento.
Uma menção honrosa precisa ser feita à Nokia. Apesar
de pesadão, o Lumia 920 realmente marca a volta da finlandesa ao jogo
dos smartphones. O Windows 8 impressiona pela estabilidade e pela
rapidez. O que ainda joga contra é a falta de mais aplicativos - o que
deve mudar com o passar do tempo - e o preço, que, por enquanto, está
meio salgado... bem acima do Galaxy, por exemplo. O Motorola acabou fora
da disputa por conta de sua câmera com resultado inferior. O LG foi
abatido pela qualidade do áudio. E o Xperia S perdeu ponto pela
qualidade da imagem da tela.
E você? Concorda com a escolha do Olhar Digital? Tem
algum dos aparelhos testados? Estamos esperando a sua opinião nos
comentários!
Uma
torre com placas de tamanhos e cores diferentes que se movimenta e
emite sons variando segundo luminosidade, temperatura e barulho do
local. Se já é difícil de imaginar isso, que dirá criar algo assim -- em
1955.
O responsável pela façanha foi Nicolas Schoffer,
franco-húngaro pioneiro na arte eletrônica. “Naquela época não tinha nem
o digital”, afirma Carol Nogueira, curadora e produtora da exposição
sobre o artista que aconteceu no ano passado no MIS (Museu da Imagem e
do Som de São Paulo). Algo bem diferente dos dias de hoje, em que é
possível adentrar no mundo da arte a partir do computador de casa.
Para
ela, mesmo após anos de trabalhos e obras, a área ainda é delicada. “É
difícil encontrar artistas que realmente utilizam tecnologia agregando
valor ao trabalho”, afirma a também mestre em Comunicação e Multimídia
pela Universidade Sorbonne Paris 8.
Apesar disso, Nogueira
afirma a importância das ferramentas acessíveis atualmente. “Cada vez
mais pessoas utilizam. Isso democratiza”, diz ela, sem deixar de lado a
necessidade pela experimentação, pesquisa e conhecimento de vários
campos artísticos. Com isso em mente, o Olhar Digital reuniu três plataformas da chamada “Programação Criativa” para quem quiser se aventurar no casamento entre arte e tecnologia.
Processing
Ambiente
de programação que permite ao usuário criar elementos visuais logo na
primeira utilização. Trata-se de um software, uma série de funções
pré-definidas, uma sintaxe de código similar à do Java e uma comunidade
online para troca de informações. Além de dar respostas rápidas, o
sistema é totalmente gratuito e tem código aberto. Isso tudo faz dele
acessível a um grande número de usuários que não se restringe a artistas
ou designers.
Linguagem: Java
Onde aprender: No próprio site do Processing há diversos tutoriais e informações sobre o tema.
Exemplo: Os trabalhos de Casey Reas, criador da plataforma, compilados no vídeo abaixo.
Cinder
Voltado
a programadores um pouco mais avançados, o Cinder pode ser considerado
um passo seguinte ao Processing. O ambiente de programação possibilita a
manipulação de elementos gráficos, sonoros e geométricos com resultados
quase sempre interativos. Uma grande vantagem do sistema é sua natureza
multiplataforma que permite seu funcionamento até em tablets.
Linguagem: C++
Onde aprender: Também no site oficial do Cinder há bons guias para se aventurar na plataforma.
Exemplo: Planetary, aplicativo para iPad que transforma sua biblioteca de músicas em um universo com vários corpos celestes.
Pacote de ferramentas digitais
indicadas a várias áreas da criação. Além de imagem, áudio e vídeo, o
openFrameworks oferece ambientes para fontes tipográficas e modelos 3D,
por exemplo. Ele consiste em uma compilação de códigos e funções
acessíveis em vários softwares de programação e sistemas operacionais.
Essas características fazem dele um dos sistemas mais populares do
gênero, com utilizações em software e hardware.
Linguagem: C++
Onde aprender: Há uma seção de tutoriais no site oficial do openFrameworks.
Exemplo: Cubepix, instalação criada pelo estúdio catalão Glassworks