segunda-feira, 14 de abril de 2014

Projeto brasileiro ensina programação pela internet gratuitamente

 

A busca desesperada por profissionais qualificados no mercado de tecnologia levou empresas nacionais a copiar uma iniciativa americana para incentivar os brasileiros a procurar este setor.

A Locaweb e a Caelum (que oferece cursos de programação) lançaram o Ano do Código, campanha semelhante à Code.org, que envolve nomes como Mark Zuckerberg e Bill Gates. Outras empresas daqui se envolveram com criação de conteúdo e divulgação, como GUJ, Alura, Globo.com, Code Miner e Casa do Código.
Como ocorre na Code.org, internautas são estimulados a ter contato com esquemas de programação de forma simples, com tutoriais e depoimentos em vídeo que ajudam a melhorar o entendimento das tarefas.

Nas aulas, o aluno usa blocos que simulam comandos de programação. No primeiro exercício, por exemplo, é preciso unir ações como "avançar", "virar à direita" e "virar à esquerda" para mover um jogador de futebol pelo campo. Sempre que cumpre uma tarefa, o internauta pode ver o código que seria necessário para efetuar a ação.
São quase 50 etapas; quando conclui, o aluno pode procurar conteúdo de parceiros ou de iniciativas semelhantes, a exemplo da Codecademy. Clique aqui para conhecer o Ano do Código.

Por que o povo odeia o Marco Civil da Internet?




 


Empresas como Facebook e Google, entidades que defendem interesses civis como Idec e Procon, provedores de conteúdo e uma série de personalidades com histórico de luta pelos direitos dos internautas são a favor do Marco Civil da Internet – nomes como o filósofo Pierre Lévy e o criador da web, Tim Berners-Lee. Ainda assim, sempre que se fala sobre o projeto, o que não falta são críticas.
A discussão sobre o Marco Civil não ficou polarizada entre quem é pró e contra, criou-se também uma terceira categoria: a dos desconfiados, que acabam pendendo para o lado de quem não quer que nasça uma "Constituição" para a internet brasileira.

Para a advogada Veridiana Alimonti, do Idec, três questões importantes devem ser levadas em conta para entender por que parece haver tanta gente que odeia o projeto, e a primeira passa pela identificação de QUEM SERÁ CONTRARIADO com a aprovação do Marco Civil. Os principais prejudicados com o texto atual são empresas de telecom, que por causa da neutralidade da rede terão menos possibilidades de lucro, pois não poderão vender pacotes de internet de acordo com o uso: a rede terá de ser tratada de forma igualitária.

"O que foi aprovado atrapalha modelos de negócios que elas esperavam por em prática", explica a advogada, para quem houve uma guerra de informações por trás do Marco Civil. Enquanto setores da sociedade comemoravam a aprovação, outros resmungaram que o projeto será a porta de entrada para a censura – ideia estimulada pelo mercado.

"Essa compreensão de que leis tiram a liberdade ignora a quantidade de leis que garantem direitos que não existiriam", ressalta Veridiana, lembrando o Código de Defesa do Consumidor, sem o qual o mercado seria responsável por avaliar suas próprias práticas. "A compreensão de que não regulação garante a liberdade é muito problemática."

A segunda questão é a LINGUAGEM TÉCNICO-JURÍDICA usada para descrever o projeto que cria o Marco Civil. Como qualquer texto legislativo, o do PL 2.126/2011 é composto praticamente em outro idioma, nem todo mundo consegue entender o que está escrito ali. Há referências a leis já aprovadas e outras que ainda nem existem, embaralhando mais a leitura.

"É um texto com questões técnicas que muitas pessoas não compreendem e está ligado à ordem jurídica brasileira, então às vezes faz referência a outros procedimentos que já existem em legislações aprovadas", complementa a advogada. "É um diploma jurídico bem complexo." 

Além do "juridiquês", por se tratar de um assunto com cultura tão própria, o Marco Civil também tem de lidar com questões técnicas, usando termos como "terminal", "sistema autônomo", "IP", "aplicações" etc. Mais uma vez, coisas que são entendidas por um grupo específico, não toda a população. Essa falta de compreensão afasta o brasileiro, em geral, que prefere confiar na palavra de quem leu o projeto para formar uma opinião e, ao fazer isso, acaba assumindo a ideia de outra pessoa. 
Por fim, há quem realmente não esteja à vontade com o texto e DISCORDE conscientemente do que foi aprovado. Até entidades que defenderam a criação dessa "Constituição" acabaram torcendo o nariz na reta final em decorrência de mudanças ocorridas no meio do caminho. O próprio Idec, assim como o Partido Pirata, demonstraram preocupação com alguns trechos alterados.
Um dos principais desagravos está na guarda de registros de aplicações, que na primeira versão do projeto era facultativa. No texto final, ficou acertado que os registros devem ser segurados por seis meses, mesmo que não haja uma investigação que necessite das informações.
Na opinião do Idec, isso compromete startups, que terão mais custos para se lançar no mercado, e aplicações que não dependam dessa guarda mas terão de fazê-la. Um aplicativo de táxis, por exemplo, que não precisa armazenar informações sobre as corridas dos usuários, será obrigado.
Apesar das ressalvas, dezenas de entidades e personalidades mantêm apoio ao Marco Civil porque o consideram um passo de proteção à internet brasileira. "Sem dúvida não é o texto ideal, mas foi comemorado por muitas entidades, inclusive o Idec. Algumas alterações em relação ao texto inicial foram positivas", diz Veridiana.

PARA ENTENDER 
O projeto está agora nas mãos do Senado, que irá avaliá-lo. Quando o fizer, pode apresentar alterações, fazendo o texto voltar para a Câmara. A Casa, então, decide entre acatar as sugestões do Senado ou ignorá-las e mandar o projeto para a Presidência com o texto original. É o presidente que dá o aval para fazer valer a lei.

Se você tem dúvidas quanto ao Marco Civil, nós preparamos um texto com cinco pontos essenciais para entender o projeto (confira aqui) e outro só sobre o que é a tal neutralidade de rede da qual tanto se fala (veja aqui).

FONTE: OLHAR DIGITAL

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O mais potente? Computador japonês processará um quintilhão de operações por segundo

 

O Instituto Riken, mantido pelo governo do Japão, anunciou que desenvolverá um supercomputador melhor que o mais potente do país, chamado K e lançado em 2011 (o da foto acima).

O novo modelo deve começar a operar em 2020 e a intenção é que ele seja 100 vezes mais potente que o K, que já foi o mais rápido do mundo (hoje é o quarto). Ou seja, ele será capaz de processar um quintilhão de operações por segundo.

O projeto custará cerca de € 1 bilhão (algo em torno de R$ 3,1 bilhões) e será tocado principalmente pelo Riken, que abrirá uma licitação pública para achar parceiros – o K, por exemplo, foi construído com ajuda da Fujitsu.

Segundo a agência EFE, quando estiver pronto, o novo computador será usado em diversos projetos, incluindo automação e prevenção de desastres. Assim como o antecessor, ele ficará numa ilha artificial do porto de Kobe, cidade a oeste do país.



quarta-feira, 2 de abril de 2014

Coisas que você não sabia que seu iPhone faz

Smartphones em geral podem muito bem ser chamados de "caixinhas de surpresa" e com o iPhone não é diferente. Há várias coisas que se pode fazer com o aparelho da Apple, mas nem todos os truques estão na cara dos usuários; confira a lista de dicas a seguir para tentar tirar mais proveito do telefone:

Você não sabia mais seu iPhone faz


SENHA COM LETRAS
Você não é obrigado a criar uma senha numérica para o iPhone, também pode usar as letras. Para isso, vá em Ajustes > Código e desative o campo Código Simples. Ao fazer isso, você verá surgir um teclado qwerty em que será possível criar uma senha mais forte que a numérica.

E-MAILS EM VOZ ALTA
Tudo bem que a Siri ainda não fala português, mas se você conhece o idioma pode ordenar que a assistente pessoal leia seus e-mails para você. Basta acioná-la, dizer "read my e-mail" e ela dirá o nome do remetente, a hora e data da mensagem e o assunto. Também dá para dizer "read my latest e-mail" ou perguntar "do I have e-mail from [nome da pessoa]?".

APAGANDO NA CHACOALHADA
Se você escreveu uma mensagem e se arrependeu do conteúdo, não precisa segurar o Backspace para apagá-lo, basta chacoalhar o telefone. Surgirá a mensagem Desfazer Digitação e você só tem de confirmar ou cancelar a ação.

CALENDÁRIO DETALHADO
Veja uma versão melhorada do calendário virando o iPhone na posição horizontal.

CAIXA ALTA PERMANENTE
Se tiver de digitar uma sigla ou "gritar" com alguém, não precisa ficar tocando sempre no botão "shift", é só dar dois toques nele e o texto fica em caixa alta permanentemente.

BLOQUEANDO COMPRAS EM APPS
Um recurso muito bom para quem tem crianças em casa e não deseja ser surpreendido com contas é o cancelamento de compras dentro de aplicativos. Vá em Ajustes > Geral >Restrições. Lá, desmarque a opção Compras dentro do app.

TIRANDO VÁRIAS FOTOS
Quando for capturar uma imagem, segure o botão de disparo e o iPhone tirará uma série de fotos, assim você terá mais de uma opção e poderá escolher a melhor.

CARACTERES ESCONDIDOS
Na digitação, toque no 123 e, então, segure o dedo sobre cada um dos caracteres para ver os que estão escondidos. Nos números, por exemplo, é possível digitar ª e º; nos pontos de exclamação e interrogação, dá para fazer.

FOTOGRAFE SEM USAR A TELA
É, você não precisa depender da tela sensível ao toque para capturar imagens, basta usar o botão de aumentar o volume ou o do fone de ouvido. Isso ajuda a dar mais estabilidade.

VIBRAÇÕES PERSONALIZADAS
Se você é daqueles que passa o tempo todo com o iPhone no bolso, saiba que pode escolher um padrão de vibração para cada contato. Assim, nem precisa pegar o aparelho para saber quem está ligando. Acesse um contato, toque em Editar > Vibração.

FONTE: Olhar Digital


sexta-feira, 28 de março de 2014

Galaxy S5 será lançado no Brasil por R$ 2,6 mil no dia 11 de abril


Preço vale para modelo de 16 GB do novo smartphone da Samsung.
Galaxy S5 se inspira no iPhone 5S e possui leitor de digitais.

Fonte: G1
Galaxy S5 tem tela de 5,1 polegadas, sensor de digitais e filma em 4K (Foto: Gustavo Petró/G1)Galaxy S5 tem tela de 5,1 polegadas, sensor de
digitais e filma em 4K (Foto: Gustavo Petró/G1)
A Samsung anunciou nesta quarta-feira (26) que o Galaxy S5, seu novo smartphone top de linha que concorre diretamente com o iPhone5S, chega ao Brasil por R$ 2,6 mil no dia 11 de abril, mesma data do lançamento mundial. O preço vale para o modelo de 16 GB do aparelho.
O S5 será lançado por um valor sugerido superior ao do seu antecessor. Quando aportou no país em abril de 2013, o Galaxy S4 com 4G custava R$ 2,5 mil.
A empresa anunciou que com o lançamento do S5, o modelo S4 terá seu preço reduzido para R$ 1.099.
Fabricado no Brasil, o novo S5 segue a tendência do Galaxy Note 3 e virá em quatro cores – preto, branco, azul e dourado. Ele chega desbloqueado e para todas as operadoras. Mesmo fabricado localmente nas duas unidades de montagem de aparelhos da Samsung no Brasil, o preço final do smartphone é salgado.
A grande novidade do S5, anunciado em fevereiro na feira Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, é o seu leitor de digitais, recurso biométrico difundido pelo rival iPhone 5S, da Apple. A função visa melhorar a segurança do dispositivo e é usada para destravar o smartphone e garantir operações de compra mais seguras.
Outra novidade é um leitor de batimentos cardíacos localizado na parte traseira do dispositivo, logo abaixo da câmera. O usuário coloca o dedo indicador no sensor para ativar um laser que consegue medir os batimentos cardíacos. Tudo é armazenado no sistema Fitness presente no aparelho.
Galaxy S5 ao lado de seu companheiro, o relógio inteligente Gear 2 (Foto: Gustavo Petró/G1)
Galaxy S5 ao lado de seu companheiro, o relógio
inteligente Gear 2 (Foto: Gustavo Petró/G1)
O Galaxy S5 tem uma tela Amoled Full HD (1080p) de 5,1 polegadas e vem equipado com a versão 4.4.2 KitKat do sistema operacional Android. Tem processador de quatro núcleos rodando a 2,5 GHz e 2 GB de memória RAM. Sua câmera traseira de 16 Megapixels (MP) tem sistema de foco automático que ajusta a imagem em 0,3 segundo e filma em resolução 4K (Ultra HD). A câmera dianteira é de 2 MP. Para elevar a qualidade das imagens captadas, o dispositivo reproduz luz natural em qualquer circunstância de iluminação.
O novo aparelho vem com suporte às faixas da tecnologia LTE, responsável pela internet móvel de quarta geração (4G). Além disso, o S5 permite realizar downloads mais rapidamente com um acelerador que integra Wi-Fi e 4G simultaneamente. Há também conexão NFC.
Embora tenha 16 GB de espaço de armazenamento, o S5 utiliza cartões de memória, podendo ganhar até 128 GB de espaço adicionais.
Ainda, a bateria do Galaxy S5 tem duração de 10h de uso, mas um modo de economia de energia permite deixar o aparelho ligado em "stand by" por até 16 dias - caso este modo seja usado com a bateria totalmente cheia.
As ferramentas de fitness monitoram o comportamento de usuários durante atividades físicas, como o pedômetro, registro de exercícios e dicas de dietas, além de um novo monitor de batimentos cardíacos.
Gear Fit é bonito, mas não tem boa usabilidade por conta do design (Foto: Gustavo Petró/G1)
Gear Fit é bonito, mas não tem boa usabilidade
por conta do design (Foto: Gustavo Petró/G1)
Relógios inteligentes
Junto com o Galaxy S5, a Samsung trará ao Brasil a partir do dia 11 de abril os smartwatches Galaxy Gear 2 e o Gear Fit, este voltado para exercícios físicos. O primeiro será vendido por R$ 1,3 mil enquanto o segundo custará R$ 900. Os dois exigem que o usuário tenha um celular da família Galaxy para usar todos os recursos, já que os vestíveis não são compatíveis com outros smartphones.
O Gear Fit, embora mais barato e voltado para exercícios físicos - ele mede batimentos cardíacos por meio de um sensor em sua área inferior - tem um problema grave de design. O visor curvo é bom, mas seu posicionamento no braço não permite uma visualização confortável como a de um relógio comum. Em vez de o usuário virar o braço para si para visualizar a tela, no Gear Fit é necessário deixar o braço esticado, prejudicando todo o acesso aos recursos apresentados na tela sensível ao toque.
ARTE Galaxy S5 x iPhone 5S (Foto: Editoria de arte/G1)


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Descoberto vírus que força Android a fazer ligações sozinho

 

A empresa de segurança Lookout descobriu um vírus para Android que é capaz de fazer ligações sem que o usuário perceba. É o MouaBad.p, descrito como evolução do Mouabad - que consegue controlar o envio de SMS.
O malware é inteligente a ponto de esperar momentos de inatividade para fazer as ligações; ele ainda identifica quando o usuário retoma o aparelho e interrompe a chamada para não ser descoberto.
A intenção é contatar números premium, gerando receita a quem controla o programa malicioso. É a primeira vez que a empresa de segurança descobre um vírus com esse tipo de habilidade.
Mas há algumas falhas no sistema. Ele não consegue modificar os logs de chamadas, então o usuário pode descobrir a infecção conferindo o histórico. Além disso, ele só funciona em aparelhos com Android 3.1 ou inferior e só opera em algumas regiões da China - não se espera que o golpe seja expandido, uma vez que os números para ligações teriam de variar conforme a região.



Por que aparelhos Android demoram tanto para serem atualizados?

 

A cada nova versão do Android lançada pelo Google a história é a mesma: milhões de usuários se questionam quando a atualização será disponibilizada para seus celulares, sem resposta na maioria das vezes. Pior: em muitos casos, eles ficam até mesmo sem o update, o que faz com que seus aparelhos aos poucos se tornem obsoletos.

A comparação com o iOS é inevitável. A cada atualização do sistema operacional da Apple, a maioria dos celulares funcionais recebe a nova versão do software já no primeiro dia. O usuário pode optar por atualizar mais tarde, mas a possibilidade é oferecida desde o início. Isso só não acontece com os aparelhos muito antigos, como o 3GS, de 4 anos atrás, no caso do iOS 7.

Para exemplificar com números: após um mês de lançamento, o Android 4.4 (KitKat) estava em 1,1% dos dispositivos Android. Enquanto isso, no mesmo período, o iOS 7 já estava em 73% dos aparelhos da Apple.

Fica claro que existe um problema generalizado no Android e a culpa não é necessariamente do Google. O sistema operacional é muito aberto, o que significa que cada fabricante pode fazer as alterações que preferir no software para acrescentar recursos diferentes e tornar seu dispositivo único. O problema disso é que todas as atualizações do sistema precisam de adaptações antes de chegar ao público, o que atrasa muito a distribuição do software.

Além disso, há de se considerar os celulares adquiridos com vínculos com operadoras. Nestes casos, em que há intervenções da empresa de telefonia no software do dispositivo, a atualização tende a demorar ainda mais. Isso porque a operadora também precisa dar seu aval para o update chegar ao cliente.

Isso explica o motivo pelo qual a linha Nexus é atualizada tão rapidamente. O celular utiliza um Android puro, sem vínculos com operadoras. Desta forma, assim que o Google libera a atualização, a maioria dos aparelhos já pode ser renovada, embora haja pequena variação de alguns dias. Isso também explica o motivo pelo qual os aparelhos Google Play Edition (que não existem no Brasil), como o Samsung Galaxy S4 e HTC One, que também têm o Android puro, recebem a atualização antes de seus irmãos personalizados pelas fabricantes.

E os que nunca recebem?De qualquer forma, normalmente os donos de celulares top de linha costumam receber as atualizações, mesmo que com algum atraso. A fragilidade da plataforma atinge os celulares mais baratos, de baixo desempenho, que dificilmente recebem um update.

Nestes casos, o problema é um pouco mais sério. Estes aparelhos possuem um hardware bastante defasado e normalmente uma atualização deixa o sistema ainda mais pesado, causando travamentos e outros problemas.

O Google promete que o KitKat, a nova versão do Android, deverá amenizar o problema, já que ele foi projetado para oferecer melhor gerenciamento de memória e otimização para celulares com até 512 MB de RAM. Se a moda pegar, a tendência é que mais celulares baratos sejam capazes de rodar as versões mais recentes do Android, mas ainda é necessário que haja boa-vontade das fabricantes para liberar a atualização do software.

Caso contrário, o celular não será mais atualizado, o que não significa que o usuário precise ficar para sempre em uma versão ultrapassada, mas será necessário malícia e sagacidade tecnológica. Sempre há a possibilidade de instalar uma ROM customizada como o CyanogenMod para tentar dar uma sobrevida maior para o aparelho, mas a tarefa não é simples para o usuário leigo.

Qual é o problema do software desatualizado?São muitos. A cada atualização, o Google corrige várias falhas de segurança e bugs em geral do sistema. Tal qual acontece no computador, um sistema operacional desatualizado abre brechas para ataques maliciosos, principalmente com a liberdade que o Android dá para seus usuários.

Aos poucos, também, os apps vão deixando de ser compatíveis com seu sistema operacional. Quem ainda está com o antiquadíssimo Android 2.3 (Gingerbread), já não pode usufruir de boa parte dos apps disponíveis no Google Play. Além disso, mesmo que o dono de um celular desatualizado consiga baixar um app, algumas funcionalidades dentro de aplicativos só estão disponíveis nas versões mais recentes do sistema.

Além disso, as grandes atualizações do Android, normalmente acompanhadas com uma mudança de nome, como o salto do Jelly Bean para o KitKat, também trazem vários recursos novos que melhoram a usabilidade e experiência. Coisas que o usuário nunca verá se ficar preso nas versões ultrapassadas.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

China deve começar a piratear aviões Boeing

 

A terra que já proporcionou algumas pérolas para a humanidade como o PolyStation e o hiPhone deve começar a investir em uma área um pouco mais perigosa: aviões comerciais. Conforme relatado pela Fortune, a empresa estatal chinesa de produção de aviões está investindo bilhões para se livrar da dependência das grandes fabricantes como a Boeing e a Airbus, mas isso pode ser alcançado por meio de cópias descaradas.

O possível "Boning 747" não seria a primeira vez que os chineses se aproveitariam de projetos de aviões de outros países. Isso já foi feito com o caça F-117 Nighthawk, dos Estados Unidos, que foi abatido na década de 1990 e logo tinha seu genérico chinês Chengdu J-20, e o SU-27, da Rússia, que havia contratado os chineses para produzir o avião, que foi pirateado para dar origem ao MA-60, mais barato que o original.

A Newsweek relata que já ouviu de um piloto de aviões particulares um caso de um metalúrgico de Cingapura para um destino não nomeado, onde havia oito Boeings, ainda sem pintura em um hangar gigantesco. Quatro deles estavam sendo desmontados e medidos para fazer a engenharia reversa e o metalúrgico logo se uniu à equipe de chineses que fazia o trabalho para um dia recriar a tecnologia, que pode ser este "Boning 747".

A questão, claro, é sobre segurança. Um tênis Hike pode ser engraçado, mas quando o assunto é um avião comercial, com centenas de pessoas dentro, qualidade nunca é demais. E alguns dos aviões piratas chineses já ofereceram problemas no passado, como relata a publicação. O MA-60 teve diversas falhas na China, o que fez com que as próprias empresas chinesas rejeitassem o modelo.

Desta forma, a solução foi repassar o produto para outros países, entre os quais estavam o Zimbábue, que comprou dois e ganhou um de brinde como um "favor político". O rei de Tonga também ganhou um de presente. A reputação do MA-60 era tão ruim que a Nova Zelândia suspendeu o auxílio de turismo para país da Oceania. Um dos aviões chegou quebrar no meio da Indonésia e outro saiu da pista em Mianmar. Não houve vítimas, mas ambos os países aposentaram o avião chinês.

Via Newsweek


5 coisas que você talvez não saiba sobre impressão 3D

 

As impressoras 3D estão aí, à venda até mesmo na livraria ao lado. Não se trata mais uma tecnologia futurista, mas de algo que já começa a fazer parte do dia a dia de muita gente. Por isso, o Mashable reuniu cinco coisas que talvez você não saiba sobre impressão 3D, e nós repercutimos a seguir:
1. Tudo começou com lasers
A impressão tridimensional, na verdade, começou nos anos 80, quando computadores criavam um molde que era submerso em polímero líquido e depois trabalhado no laser até alcançar a forma desejada.
2. As novas impressoras 3D parecem impressoras comuns
Hoje as impressoras 3D utilizam um método chamado extrusão, que trabalha de forma parecida à de uma impressora comum – só que, em vez de colocar tinta no papel, ela molda um objeto tridimensional.
3. Você pode imprimir qualquer coisa, até mesmo chocolate
Dá para criar objetos de concreto, pedra sintética, cerâmica ou até mesmo alimentos como chocolate e queijo. Com a ajuda de uma “cola especial”, algumas impressoras 3D já conseguem usar finas camadas de metais.
4. Evita desperdícios
Antes, para moldar algo, era preciso cortar, esculpir e desperdiçar todo o material deixado de lado no processo de produção. Agora, com a impressão 3D, basta utilizar a matéria necessária para compor o objeto.
5. A impressão 3D pode revolucionar os pequenos modelos de negócios
Pessoas como você e eu, o redator desta nota, podem criar produtos em suas casas e depois comercializá-los. A demanda por uma grande cadeia de produção está diminuindo e qualquer um poderá criar seu próprio negócio.


Cientistas criam vírus que se espalha pelo som

 

Cientistas desenvolveram um método de distribuição de softwares maliciosos que dispensa internet ou qualquer outro tipo de rede. Os programas são enviados de um computador para o outro pelo som.
O malware consegue se apossar do microfone do computador e usar uma frequência inaudível para acionar outra máquina. Nos testes, foi possível transferir senhas e uma pequena quantidade de dados a uma distância de quase 20 metros. Usando repetidores de áudio, entretanto, é possível fazer essa comunicação entre distâncias muito maiores.
As descobertas foram feitas por pesquisadores do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia e repercutidas pelo Ars Technica.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Microsoft inicia operação local de cloud computing

 

A Microsoft anunciou hoje o investimento da operação brasileira do seu serviço de computação na nuvem Azure. A partir do primeiro semestre de 2014, empresas do Brasil e da América Latina poderão armazenar localmente seus dados e aplicações.

"Estamos comprometidos a nos reinventar. O país será o centro regional das soluções e produtos Microsoft", disse Mariano de Beer, presidente da empresa no Brasil.

O Windows Azure já está disponível no país desde 2010 e, segundo o executivo, concentra 3,5 mil clientes no país, de todos os portes: pessoas físicas, startups e grandes corporações.

O data center da empresa ficará no Estado de São Paulo, em local não divulgado. Os equipamentos e a operação serão da Microsoft, porém, o edifício é alugado. Isso, no entanto, não será um empecilho para o aumento de capacidade, afirmou o executivo.

A empresa, inclusive, deu a entender que irá criar uma operação do Azure para o norte do Brasil. "Dissemos que trata-se de uma operação no 'sul do Brasil' de propósito. Fiquem ligados", comentou Steven Martin, gerente geral do Azure.

Espera-se que seja investido US$ 1 bilhão em operações globais do Azure, mas a Microsoft não informou quanto deste valor será destinado ao Brasil. Os executivos também não disseram qual será a capacidade de atendimento do novo data center e quanto esperam aumentar da sua base de clientes.

O serviço de cloud terá suporte em português 24 X 7 X 365 para nuvem híbrida e privada, e promete diminuir a latência não somente dos clientes brasileiros, mas de toda a América Latina.

Sobre o Azure

O Windows Azure suporta máquinas virtuais Windows e Linux, SQL Server e Hadoop e estruturas abertas, como Wordpress, Joomla e Drupal. Os desenvolvedores que trabalham em NET, Java, PHP, Node.js e Python também podem usar o SDK disponível gratuitamente neste link.

Mil clientes são adicionados por dia pelo produto, sendo que 54% deles fazem parte do ranking da Fortune 500. Atualmente 170 mil sites são armazenados no serviço da Microsoft.


Vídeo: teste elege Moto G o melhor smartphone até R$ 650






Hacker lança drone que zumbifica outros drones

Kit de hardware e software pode ser usado por qualquer um para assumir o controle de um AR.Drone da Parrot

 SkyJack desconectando drone 

Em ação: com uma mistura de aplicações open source comuns e um pouco de código próprio, Kamkar desconecta o drone alvo do smartphone ou tablet que o estiver controlando e assumir o controle logo em seguida

Conhecido por derrubar o MySpace em 2005 com um truque engenhoso de JavaScript, o hacker Sammy Kamkar acaba de concluir mais um plano diabólico: um kit de hardware e software que qualquer um pode usar para assumir o controle de um AR.Drone da Parrot. Batizada de “SkyJack”, essa ferramente serve para criar um “exército de drones zumbis”, nas palavras do próprio criador.

Mais especificamente, o “SkyJack” é um AR.Drone que carrega um Rasberry Pi, dois transmissores sem fio e uma bateria extra. Com uma mistura de aplicações open source comuns e um pouco de código próprio, Kamkar usa o SkyJack para desconectar o drone alvo do smartphone ou tablet que o estiver controlando no momento e assumir o controle logo em seguida. Naturalmente, o AR.Drone serve apenas como um vetor de infecção: o aplicativo também pode ser rodado a partir de um PC com Linux desde que o transmissor alcance a rede Wi-Fi do alvo.

Essencialmente, o conjunto de programas do SkyJack monitora conexões próximas ao drone em busca de um MAC address que faça parte do grupo utilizado pelos drones da Parrot. Se um desses endereços é encontrado, o SkyJack injeta um pacote que interfere na autentificação da rede do alvo (um DeAuth packet com o Aircrack-ng). Como os drones da Parrot dependem apenas do esquema de segurança padrão do protocolo Wi-Fi, nada impede que qualquer um assuma o controle do Ar.Drone uma vez que o dono original seja expulso da rede.

Como sempre, essa abordagem também tem suas limitações. O AR.Drone não tem uma autonomia de voo muito longa e é de se esperar que sua bateria dure ainda menos porque ele tem que carregar o Raspberry Pi e os transmissores. Como o ataque depende de um vetor central (o drone com o Rasberry Pi), basta neutralizar esse vetor para acabar com a “praga zumbi”. Outra questão é que esse tipo de ataque não é nem um pouco sutil. Qualquer usuário perceberá que perdeu o controle do drone no momento em que o SkyJack começar a rodar.

Por fim, o AR.Drone é um caso especial de drone que usa Wi-Fi por questões de conveniência. A maioria dos drones comerciais (para não mencionar os militares) usa protocolos próprios de comunicação por rádio e outros esquemas de telemetria para orientar os sistemas automáticos da aeronave (é o caso do GPS no drone Phantom, para citar um caso bem simples). Portanto, não tenha esperanças de que o SkyJack possa ser usado para transformar a Amazon em uma piada. Ainda assim, ele tem potencial para algumas brincadeiras bem divertidas (ou para crimes nem um pouco engraçados).

 

 


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Microsoft abre programa de trainee no Brasil

 

A Microsoft Brasil abriu inscrições para seu novo programa de trainees, conhecido como MACH: Microsoft Academy of College Hires. O projeto tem duração de dois anos e oferece treinamentos em diferentes localidades do mundo e a oportunidade de acelerar a carreira.
De acordo com o último ranking do instituto Great Place to Work, que lista as 25 melhores empresas para se trabalhar, a Microsoft está em quarto lugar. (Saiba mais aqui). As inscrições ficam abertas até 29 de novembro e você confere abaixo quais são os requisitos para participar da seleção:
MACH Graduado
• Deve ter concluído o ensino superior há, no máximo, 12 meses;
• Ter menos de 18 meses de experiência profissional (preferencialmente realizado na forma de estágio, seja na Microsoft ou em outra organização);
• Não ser funcionário da Microsoft por mais de 12 meses;
• Ter cursado: Administração, Ciências da Computação, Direito, Economia, Engenharias, Jornalismo, Marketing, Publicidade, Relações Internacionais, Sistemas de Informação;
• Inglês fluente.
MACH MBA
• Deve estar cursando ou já ter concluído o MBA há no máximo 6 meses;
• Não ser funcionário da Microsoft por mais de 12 meses;
• Tenha, em média, 5 anos de experiência profissional, não ultrapassando 7 anos.
Clique aqui para se cadastrar.




Samsung tem 20 vagas abertas no Brasil; candidate-se

 

A Samsung anuncia nesta terça-feira a abertura de seu programa de trainee para 2014 destinado a identificar, treinar e desenvolver jovens talentos brasileiros. São oferecidas 20 vagas na cidade de São Paulo para atuar com operações focadas no Brasil e América Latina.
Para participar do processo, o candidato deve ter concluído sua formação superior entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2014 nos seguintes cursos: Administração, Ciências Econômicas, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Relações Públicas), Comércio Exterior, Engenharias (todas as modalidades), Marketing, Relações Internacionais, Psicologia, Direito, Ciências Contábeis, Ciências Atuariais, Jornalismo e Design Gráfico. É imprescindível inglês avançado e o idioma espanhol será considerado um diferencial.
Os interessados devem acessar o site da Companhia de Talentos até 9 de dezembro e seguir as etapas do processo, compostas por inscrição e testes on-line. Nas fases seguintes, serão expostos a dinâmica de grupo, teste oral de inglês, painel e entrevistas com gestores e RH.

“Visão empreendedora, criatividade e iniciativa são qualidades as quais buscamos para que cada trainee possa impactar positivamente no nosso negócio e crescer junto com a companhia”, explica o diretor de RH da Samsung para América Latina, Francisco Cuesta.
O programa tem duração de um ano. Os trainees terão a oportunidade de trabalhar em várias áreas, passando por Marketing, Vendas, Logística/Inovação, Recursos Humanos e Media Solution Center, unidade de Conteúdo e Serviços.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

E-commerce brasileiro deve faturar R$ 3,85 bilhões no Natal

 


A consultoria E-bit estima que o comércio eletrônico movimente R$ 3,85 bilhões no Natal, crescimento de 25% em relação ao mesmo período no ano passado, quando a receita foi de R$ 3,06 bilhões. “O Natal é a data sazonal mais importante para o e-commerce e corresponde entre 15% a 20% do total das vendas do ano", afirma Pedro Guasti, diretor-geral da companhia responsável pelo estudo.

Entre 15 de novembro e 24 de dezembro, a expectativa é que 10,3 milhões de pedidos sejam feitos via internet, com tíquete médio de R$ 368. “Moda & Acessórios” deve ser a categoria mais vendida, seguida por “Eletrodomésticos”, “Telefonia /Celulares”, “Casa & Decoração”, “Saúde,Cosméticos e Perfumaria” e “Informática”.

'Lista negra'

A seleção de lojas virtuais não recomendadas pelo Procon-SP aumentou e agora soma 325 endereços a serem evitados. O problema mais comum entre os sites fraudulentos é faltar com o compromisso da entrega do produto. Previna-se contra eventuais frustrações consultando lista neste link.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Vivo paga até R$ 700 por smartphone usado na compra de um novo

 

A Vivo lança nesta quinta-feira o programa "Renova", que dá desconto de até R$ 700 na troca de um smartphone usado por um novo nas lojas da operadora. O valor depende do modelo e estado de conservação do aparelho e deve ser aplicado na hora da compra.

Segundo a operadora, para utilizar o serviço é preciso ter em mãos a nota fiscal original do produto em nome do cliente. Usuários de outras operadoras também podem trazer modelos antigos e aproveitar o desconto.

A maioria dos celulares contemplados é da Samsung (Galaxy S, Galaxy S Advance, Galaxy SII, Galaxy SIII, Galaxy SIII mini, Galaxy S Duos, Galaxy Grand Duos, Galaxy Note), seguida pela Apple (iPhone4, iPhone 4S e iPhone5), Nokia (E5-00 e N8-00), Sony (Xperia U) e Motorola (XT910).

As lojas próprias da Vivo localizadas na Grande São Paulo e no Rio de Janeiro já estão oferecendo o desconto, segundo a empresa. Posteriormente, a bonificação deverá ser estendida a todas as 310 unidades espalhadas pelo país.
O Vivo Renova funciona em parceria com a empresa norte-americana Brightstar, que já utiliza o modelo de negócio “buyback” em mais de vinte países. Os aparelhos entregues serão recuperados pela Brightstar em suas unidades em vários países e, em seguida, comercializados.

Confira 7 dicas para proteger a internet na sua casa

 

Cada vez mais provedores oferecem promoções que incluem roteadores Wi-Fi. Porém, em alguns casos as redes sem fio estão expostas e podem ser acessadas por qualquer pessoa, o que representa ameaças de segurança se medidas adequadas não forem adotadas. Por isso, a empresa de segurança ESET lista sete dicas que ajudam a ter uma navegação mais segura em casa.
1) Utilizar WPA/WPA2 para encriptar a informação na rede. Em alguns casos, os roteadores que são entregues pelos provedores de Internet não tem ativada a segurança por padrão, e qualquer usuário pode se conectar à rede sem a necessidade de inserir uma senha. Para isso, é necessário mudar a configuração do roteador de modo que a rede encripte a informação.
Ainda que existam diversas alternativas para a encriptação de redes WiFi, é recomendável selecionar WPA2 (ou WPA) sempre que esteja disponível no roteador. WEP é outra técnica de encriptação não recomendada, considerando que é um pouco antiga e pode ser vencida com ferramentas como aircrack-ng. Além disso, considerando que o WPA pode ser atacado com o objetivo de desencriptar a senha, é essencial selecionar uma senha forte.
2) Muitas vezes os roteadores vêm com nomes inadequados para as redes. Se o nome da rede for corresponde ao nome do fabricante ou ao modelo do roteador, o atacante dispõe de informação suficiente para explorar alguma vulnerabilidade conhecida no dispositivo.  Além disso, se o nome identifica o provedor de Internet, também é possível descobrir o modelo de roteador utilizado. Por isso, é recomendável utilizar um nome que informe a menor quantidade de informação possível.
3) Desativar o WiFi Protected Setup. Alguns roteadores suportam o uso de WPS, que pode garantir um manuseio mais simples da segurança, porém é vulnerável e deve ser evitado sempre que possível. Para ser mais específico, essa técnica usa um PIN de 8 números ao roteador que pode ser desencriptado por ataques de força bruta em questão de horas.
4) Ativar o filtro por endereço MAC. Todos os dispositivos possuem uma placa de rede para poder se conectar. Cada uma dessas placas tem um endereço associado que as identificam de forma única. Os roteadores permitem especificar uma lista de endereços MAC de modo que somente esses dispositivos possam se conectar à rede, negando o acesso a todos os que não se encontrem na lista.
5) Desativar a exibição do nome da rede. Se a rede está escondida é muito mais difícil que seja atacada. A única desvantagem desta abordagem é que, sempre que algum amigo quiser usar sua rede, ele deverá procurar pelo nome.
6) É fundamental revisar periodicamente se há atualizações disponíveis para o firmware do roteador, já que elas corrigem erros críticos de segurança. O processo de atualização não demora tanto tempo e pode evitar ataques a vulnerabilidades desconhecidas.
7) Além da senha de rede, é necessário estabelecer uma senha para realizar mudanças na configuração. Como os computadores atuais solicitam uma senha que é pré-determinada, elas são de conhecimento público e não representam um nível maior de segurança. Caso um atacante consiga acessar as configurações do roteador, poderia redirecionar o tráfego ou substituir sites legítimos por versões falsas.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Google contrata garoto de 12 anos para criar rival do Facebook

 

O Google contratou um adolescente de 12 anos para sua equipe de programadores. Nikos Adam, nascido na Grécia, vai trabalhar em três projetos: uma nova rede social, um servidor para jogos online e um sistema de segurança.
A plataforma, chamada de ‘Tech is Social’, será lançada em 2014 no idioma grego, e funcionará de modo parecido ao Facebook, informou o garoto em entrevista ao canal Skai. Nikos, que está no ensino médio e já criou dois aplicativos, foi descoberto pelo Google durante a Feira Internacional de Salônica, quando realizou uma exposição sobre ataques cibernéticos.
Após comprovar os conhecimentos de programação do menino, o Google entrou em contato com seus pais para obter autorização para incorporá-lo à equipe.

Via Greek Reporter e Yahoo! Notícias.

Relembre 10 grandes franquias criadas na era PS3 e Xbox 360

 

Nesta sexta-feira, 22, o Xbox One será lançado, uma semana depois do PS4 nos Estados Unidos. Com isso, ambos os novos consoles estarão no mercado, marcando o início da nova geração, e o começo do fim da atual. Marcada principalmente pela competição entre o Playstation 3 e o Xbox 360, a sétima geração de videogames começou em 2005, com o lançamento da plataforma da Microsoft e, de lá para cá, vários jogos marcantes foram lançados.

Esta fase que se encerra não viu apenas novos capítulos de franquias conhecidas. O período também conheceu várias novas séries de jogos que acabaram caindo no gosto do público e se tornaram clássicos.

As regras são as seguintes:

1) os jogos devem ser bons e populares, obviamente;
2) é necessário que mais de um jogo tenha sido lançado, para caracterizar uma franquia. Red Dead Redemption, por exemplo, não se encaixa;
3) a série precisa ter nascido nesta geração. God of War, por exemplo, não entra na lista.

Menções honrosas para Dead Rising, Saints Row, Borderlands, inFamous e Left 4 Dead, que quase entraram na lista final. Caso tenha sentido falta de alguma série, não deixe de comentar! Mas antes, confira a nossa seleção:




Assassin’s CreedSão seis jogos lançados só nesta geração, sem contar os games para plataformas portáteis. Obviamente é possível questionar se há necessidade para um novo jogo por ano, mas não dá para negar o sucesso alcançado pela série.

Na franquia, o jogador é levado a diferentes épocas e colocado no plano central de algum momento histórico da humanidade. Cenários bem construídos, um combate bem desenvolvido e uma trama atraente são a marca registrada da série, que também chega com força para as novas plataformas.

Série Batman: Arkham
Jogos e super-heróis tinham tudo para ser uma combinação perfeita, mas nunca foram. Pelo menos não até a Rocksteady e a Warner se unirem para produzir os jogos do Batman Arkham Asylum e Arkham City, que mostraram que a união entre quadrinhos e videogames poderia funcionar. O novo jogo da franquia, Arkham Origins, peca por falta de inovação, mas também não chega a ser ruim.

Os jogos aliam momentos de inteligência, com espionagem e camuflagem, com o bom e velho combate corpo-a-corpo que não decepciona em momento algum. Quando o jogador pega o jeito e o ritmo, a coreografia dos golpes se assemelha a uma dança, só que muito mais violenta, claro.

Claro, já houve jogos do Batman antes desta geração, mas a série Arkham é totalmente nova, então ela se encaixa perfeitamente na lista.

BioshockCriativa e audaciosa, a série foi capaz de trazer uma narrativa madura e intrigante, complementando uma boa jogabilidade. A franquia nem ao menos pode ser catalogada direito, já que possui elementos de tiro em primeira pessoa, survival horror, estratégia, RPG, puzzle… enfim, é uma miscelânea de gêneros que trouxe uma série das mais inovadoras para a geração.

O universo é construído com muito cuidado para realmente colocar o jogador dentro daquele mundo, seja uma cidade submersa ou uma cidade no céu, contando com gráficos bem planejados e bonitos e uma grande história, cheia de reviravoltas, por trás.

Dead SpaceQuem não gosta de jogo de terror nem passou perto desta franquia que mescla o horror e a ficção científica. Embora tenha deslizado na terceira edição, brilhou em seus dois primeiros capítulos, recheados de tripas voando e a incerteza de que algum horror ainda pior está para aparecer na próxima esquina.

É bastante complicado descrever a sensação de jogar Dead Space. A única certeza é que muita gente perdeu o sono ou teve pesadelos com ele.

Demon Souls/Dark SoulsQuem reclama que os jogos atuais são fáceis demais precisa jogar os jogos Demon Souls e Dark Souls, que por mais que não sejam uma sequência direta, se passam em um mesmo universo e foram desenvolvidos pela mesma empresa. Com escassez de checkpoints, chefes complexos e inimigos desafiadores, o jogador é constantemente punido e obrigado a voltar até o início da fase a cada morte. E acredite, ele morre muito. O jogo chega ao ponto de nem ao menos deixar o jogador pausar para procurar por dicas na internet de como passar por determinada parte do game.

A jogabilidade também não é simples. Não basta apertar qualquer botão para encadear combos, como muitos games do tipo hack’n’slash. Os games exigem do jogador paciência para dominar os controles, de forma a causar algumas mortes acidentais. Com tudo isso, os games são extremamente recompensadores.

Gears of WarO jogo mudou completamente a forma como os jogos de tiro em terceira pessoa funcionam em consoles, abrindo espaço para a mecânica “cover-based”, em que o jogador se esconde em coberturas para sair atirando nos inimigos. Logo a técnica se espalhou entre jogos do gênero, se tornando quase padrão.

Jogabilidade frenética dá o tom do jogo, somado a muita violência e criatividade na hora de aplicá-la no game, como por exemplo a arma Lancer, que é um fuzil que também possui uma motosserra para aniquilar adversários de múltiplas maneiras.

LittleBigPlanetUm dos jogos de plataforma mais criativos da geração, aliando também muitos puzzles interessantes. Apesar do carisma do protagonista Sackboy, o game se destaca pela jogabilidade, e não pela história. Amigável para crianças e interessante para adultos, é um dos poucos games memoráveis que abrangem a família inteira.

Seu grande diferencial, no entanto, é sua comunidade. O lema do jogo “Play, Create, Share” (“jogue, crie, compartilhe”) faz muito sentido dada as possibilidades oferecidas pelo game, que permite que jogadores criem suas próprias fases e compartilhem com amigos e o púlico em geral. Certamente são alguns dos games mais libertadores da geração.

Mass EffectOs momentos finais da trilogia não agradaram o público, mas todo o resto foi aclamado pela crítica. A jogabilidade nunca foi o ponto forte da série, apesar de melhorar com o passar dos games, mas ganhou o coração dos jogadores pelo universo imenso, pela história que se ajusta às suas escolhas e pelo carisma dos vários personagens que compõem a tripulação da Normandy, a nave comandada pelo (ou pela) Comandante Shepard.

A expectativa é que um novo jogo da série seja lançado no futuro, aproveitando o plano de fundo vasto oferecido pela série, mas contando uma nova história, que não deve ter a ver com os protagonistas da primeira trilogia. Se isso irá funcionar, só o tempo irá dizer.

PortalQuem sentia falta do humor nos videogames não se decepcionou com a série Portal. Com uma jogabilidade única, o jogador constantemente precisa prefere parar o que estar fazendo para escutar o que os vilões GLaDOS (no primeiro) e Wheatley (no segundo) estão falando. É uma piadinha sutil atrás da outra e um humor negro poucas vezes vistos em jogos.

A trama é simples, mas os detalhes são realmente impressionantes e, como dito, os vilões roubam a cena: são carismáticos e também conseguem ser ameaçadores ao mesmo tempo. O segundo jogo ainda traz um dos multiplayers mais interessantes da geração, que também consegue ser hilário.

UnchartedNão parece exagero dizer que Nathan Drake é o Indiana Jones do mundo dos games, o que é um elogio e tanto. A Naughty Dog foi extremamente feliz na construção do personagem, extremamente carismático, e no desenvolvimento dos games, que conta com cenas de ação dignas de cinema e uma jogabilidade empolgante.

Uncharted é o motivo de muitos comprarem o seu Playstation 3 e é presença confirmada no PS4, então devemos acompanhar a saga de Drake por muito tempo. Ainda bem.